top of page

Poesia em Mangueira

29 de mai. de 2023
1 min de leitura

Lá, onde o morro até parece o céu no chão

Entre barracões de zinco, becos e vielas

As folhas secas não caem ao solo em vão

Fez do engraxate o fidalgo das favelas


Lá, onde o piano sobe o morro

O povo desperta com o apito do trem

Talento aqui não tem aforro

Poesia em Mangueira, se tem


Lá, onde teu cenário é uma beleza

Em cada esquina brota mais um compositor

Em versos eternizou-se a tua realeza

Modestos versos que ao policial tornou cantor


Lá, onde a poesia se alastra como mar

O primo-irmão de dona Zica faz o carnaval

Uso os meus versos para a minha raiz celebrar

Pois o morro de Mangueira é meu lugar ancestral

Posts recentes

Ver tudo
Como um Urso

E se alguns amores não terminassem — apenas adormecessem dentro de nós? O tempo pode levar pessoas, mudar caminhos e transformar aquilo que um dia pareceu eterno em lembrança. Mas existem sentimento

 
 
 
E se for...?

E se for amor o que porventura eu sinto? E se me permito vivenciar esta quimera? E se por acaso eu esquecer que minto? E se um dia não for eu quem se esmera? Será que devo me entregar a devaneios? Ou

 
 
 
Tempo do Amor

Quero a casualidade de um amor verdadeiro Que não seja de prender, mas de libertar Que não seja de anoitecer, mas de clarear Que não seja metade, mas sim inteiro Que ele venha como o vento, leve e sor

 
 
 

Comentários


Post: Blog2_Post

Formulário de Inscrição

Obrigado pelo envio!

  • Instagram
  • Facebook
  • YouTube

©2020 por oblogdovictao. Orgulhosamente criado com Wix.com

bottom of page