top of page

Casa

27 de ago. de 2025
1 min de leitura

Teus olhos de janelas amplas e largas

Não enxergam a verdade mais cristalina

Escondem por trás de cortinas cerradas

Sem permitirem um rasgo de luz casa adentro

Tua boca de porta pesada assim trancada

Tolhe que adentre o que é bom

Sem que a verdade te cruze a soleira

Desconhecendo o que pode ser o amor


Teus ouvidos de móvel de madeira de lei

Se fazem pesados as palavras doces

Tornando em fardo o que é belo

E fazendo dor o que é um suave solfejo

Tua cabeça de casa vazia não entende

Já não se permite que se inicie a faxina

Pare de empilhar memórias amareladas

Varra as poeiras do que não volta mais

Posts recentes

Ver tudo
Como um Urso

E se alguns amores não terminassem — apenas adormecessem dentro de nós? O tempo pode levar pessoas, mudar caminhos e transformar aquilo que um dia pareceu eterno em lembrança. Mas existem sentimento

 
 
 
E se for...?

E se for amor o que porventura eu sinto? E se me permito vivenciar esta quimera? E se por acaso eu esquecer que minto? E se um dia não for eu quem se esmera? Será que devo me entregar a devaneios? Ou

 
 
 
Tempo do Amor

Quero a casualidade de um amor verdadeiro Que não seja de prender, mas de libertar Que não seja de anoitecer, mas de clarear Que não seja metade, mas sim inteiro Que ele venha como o vento, leve e sor

 
 
 

Comentários


Post: Blog2_Post

Formulário de Inscrição

Obrigado pelo envio!

  • Instagram
  • Facebook
  • YouTube

©2020 por oblogdovictao. Orgulhosamente criado com Wix.com

bottom of page