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Do Metropolitano

16 de abr. de 2025
1 min de leitura

O abrir e fechar de portas

O vai e vem de pessoas

Todo barulho que esmaga

Todo silêncio que ressoa

 

O sinal que se avermelha

A luz que logo se acende

O estranho que se assemelha

O semelhante que fende

 

A multidão sempre solitária

O cego é quem mais enxerga

Caminhando como um pária

Buscando o que sempre posterga

 

Me perco no movimento constante

Me apegando só a quem sou

Saia pensamento aviltante

Enquanto eu encaro o metrô

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