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Em Abraços Curtos

No início/ Foi mais fácil/ Aceitar o vício/ Se mostrar mais frágil

Era compreensível/ Estava apaixonado/ Sentimento incrível/ Quase abobalhado

Avassalador/ Sentimento raro/ Chamado amor/ Para muitos caro

Se sentia vivo/ Quase libertário/ Apurava o crivo/ No imaginário

Quase displicente/ Abriu o seu mundo/ Meio inconsequente/ Mergulhou profundo

Se jogou de cabeça/ Quer a felicidade/ Nunca se esqueça/ Fale a verdade

Seja direto/ Sem enrolação/ Um amor sincero/ Vem do coração

Buscava em seus braços/ Se encontrar contente/ Cobrir-lhe de abraços/ Era o que tinha em mente

Mas o tempo passou/ Ela se entregou/ Ele se enamorou/ E tudo rolou

Tudo ficava bom/ Falavam no mesmo tom/ Ressoavam o mesmo som/ Os beijos sabor de bombom

Mostravam que essa união/ Tinha forte paixão/ Entregaram o coração/ Eram pura paixão

Se desejavam/ Como se fosse desígnio/ Quando se afastavam/ Parecia um martírio

Viviam juntos/ Tão enamorados/ Diversos assuntos/ Quando lado a lado

Não se desprendiam/ Buscavam algo eterno/ Já compreendiam/ Seu furor interno

Tomados de prazer/ Entregavam-se a loucura/ De poder viver/ Uma paixão tão pura

Certeza da felicidade/ Sentimento que contagia/ Vivendo na espontaneidade/ Parecendo até magia

Se amando sob o sol/ Sentados à beira mar/ Mergulhando num atol/ Ou um banho de luar

Deixam o amor florescer/ Só o que é bom germinará/ Rega para crescer/ Multiplicará

Gerando bons frutos/ Deixando tudo como tiver de ser/ Tentando em abraços curtos/ Um ao outro suster

Poema originalmente publicado no 20 de julho de 2016 no antigo O Blog Do Victão.

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